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sexta-feira, 1 de maio de 2009

I can see in your face... The peace.


Porque eu prefiro a calmaria de dias serenos e cheios de músicas agradáveis e reflexivas, que me ajudem a encontrar o caminho mais certo entre as tantas opções que temos (ou as quais parecemos ter). A agitação de festas e bares e músicas agitadas e pessoas de todos os tipos é ótima, mas em momentos certos, bem dosados, nada excessivo. Não que eu seja uma chata que não gosta de sair por aí de festa em festa. Já fiz isso muito até. Mas não enche barriga não, pelo menos não a minha. E, hoje, ficar em casa vendo filme, ou curtir aquela prainha com boas músicas e poucos amigos é mais que necessário, tornou-se essencial. Dessa forma me sinto mais eu, mais estável, mais centrada. E tudo o que me ajuda a manter o foco será bem vindo, uma vez que nesses tempos conturbados, ninguém sabe como terminará o dia de amanhã. Existem tantas adversidades que só de pensar tenho medo. O melhor é torcer para que a maior parte do todo dê certo, olhar pra esse céu ainda de uma azul turquesa límpido e fazer por onde merecer o carinho de quem se ama.
No fim, é só ter fé, fazer a sua parte e se permitir. Não que isso faça tudo sair certo, mas prepara pros momentos difíceis ou pseudodifíceis que enfrentamos todos os dias. Além de tornar os momentos bons mais especiais ainda, bem no estilo Amèlie Poulain.

Ouça: Delicate - Damien Rice.
Leia: O astronauta sem regime - Jô Soares.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

É o risco que devemos assumir

Dar certo ou dar errado: são os maiores riscos que corremos nessa vida.
Mas o problema está nas variações existentes.
Se quando começa dando certo é bom, quando vai dando certo aos poucos é melhor.
Só que juntamente com o "dando certo" vem o medo de "começar a dar errado", seja de novo ou pela primeira vez.
Disse algum escritor famoso que aqueles que são sinceros, não nos abandonam, sabem ter paciência e esperar a hora certa. Mas o mundo está cada vez mais complicado. E poesia tornou-se falatório utópico inspirando românticos mais utópicos ainda.
Não que eu seja um deles, e também não que não seja.
Mudanças na vida acontecem e sempre me assustaram. Principalmente por saber que (quase) tudo é etapa e por saber, também, que as pessoas têm muita pressa e pouca paciência.
Enquanto não sei onde quero chegar (ou até sei, mas ainda estou no caminho), vou me esforçando pra tudo melhorar, em todos os aspectos da minha vida.

sábado, 29 de novembro de 2008

I believe

Sempre existem momentos de tensão na vida de todo mundo. É fato. Mas sou adepta de que os momentos de tensão são desnecessários e prejudiciais a auto-estima, a pele e a saúde.
Principalmente quando não estão calcados em fatos ou outras coisas concretas, mas apenas em suspeitas infundamentadas das quais a gente tenta se defender, mas o esforço é em vão; tenta também entender o porquê, mas não consegue.
Enfim, deixa pra lá. Não há muito a se fazer. Embora eu possa estar enganada, obviamente. Ainda assim me lembro de uma música da Legião Urbana, daquelas bem clichês, mas que em momentos como esse, são as mais adequadas para se lembrar e encher os olhinhos de lágrimas: Nunca deixem que te digam que não vale à pena acreditar num sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém. Tem gente que machuca os outros e tem gente que não sabe amar. Mas eu sei que um dia a gente aprende. Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Quem acredita, sempre alcança.

Poisé. I believe.

E do outro lado há muito o que se fazer. Terminada aqueeeeeeela limpeza de final de ano, ainda sobraram várias apostilas pra ler e fazer exercícios. Duas semanas daquelas (taí um fato, agora).
Como talvez eu tenha alguma energia e tempo livre pra nada fazer, simbora.
Depois dessas duas semanas, os planos são outros (independentemente da concorrência de 94 pra 1) e independentemente da quantidade dos meus acessos semanais ao site do Folha Dirigida.
Tudo em nome daquele futuro brilhante que eu também acredito ter.

Ouvindo: Trevo de quatro folhas, por Fernanda Takai.
- Deus conserve para sempre o meu bom senso temperado a pitadas de loucura.

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Uma pequena criatura semi-leiga em muita coisa, mas metida o suficiente para dar palpite em quase tudo. beijosaindasereimanchete!
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